Do nascer do sol ao sumir da lua.
Eu sinto cheiro das flores que desabrocham ao luar.
Essa brisa fresca leva com sigo o sabor de uma chuva fraca de verão.
E eu espero sentada, bem aqui, agora e sempre, por aquele barco, o único que ainda não chegou.
O cais vazio é preenchido pela chuva, e com a agua de grandes ondas que quebram sobre as madeiras encardidas do mesmo.
Eu sei que não virá, sei que é tarde de mais, não virá, a vida chegou em um ponto no qual não há retorno.
Não é culpa minha, ou dos donos de pequenos barcos, a culpa é dos grandes donos do mar.
Donos de nossas vidas, de nossas casas e da nossa "mesa".
Deuses sei que não são, porem uma má escolha os deixa bem próximos disso.
E agora tudo que posso fazer e me sentar e esperar pelo dia em que os ventos irão mudar.
Bem gente eu escrevi esse texto com algo nas entrelinhas, não sei se foi uma metáfora bem empregada o suficiente para ser possível reconhecer o que é realmente.
Bem deixo o texto por aqui.
Bye bye!
Beijos e beijos!