O despertador gritou ao meu lado, em meu ouvido, e subitamente o desliguei, sem si quer olhar para ele ou abri os olhos.
E eu logo pode ouvir os leves passos de Cassie no assoalho, logo senti a ponta de seus dedos tocarem o meu braço.
Eu estava meio morta, mais morta que viva, morta o suficiente para não dizer ou murmurar nada.
Morta de mais para abrir os olhos.
Ela prosseguiu caminhando em volta da minha cama, balançou as cortinas como se quisesse mi avisar que iria as abrir.
Ela parou, e fez-se um silencio no quarto, não estava chovendo.
Eu mi virei para o lado em que ela estava, mi virei na direção da cortina como se eu a encarasse,
porem eu estava de olhos fechados.
Ela riu, e em seguida abriu as cortinas, e para minha maior decepção o dia nem se quer estava nublado, o luz do sol invadiu o quarto, e acertou o meu rosto, e em reflexo eu apertei os olhos já fechados.
-Vamos Nina levante! É um lindo dia lá fora.
- Só se for para você – eu murmurei entra os dentes, os lábios e o travesseiro.
Eu mi virei na cama, mi sentei, cocei os olhos, os tais que eu insistia em manter fechado,
cambaleei ate o banheiro, tateando o caminho a minha frente.
Abri a torneira de água quente, esperei ate que esquentasse, molhei as mãos, e as levei em direção ao meu rosto. Molhei os olhos e os abri.
Se tiver ficado curioso comenta ai e pede para continuar.
Bjos e bjos... Fui!
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